domingo, 11 de agosto de 2013

A síndrome do insano

O cotidiano é feito de reviravoltas. De coisas mal resolvidas que rearranjam todas as questões que estão ao seu entorno. Concerta dali e desajeita daqui. Não há uma constante homeostase. O ponto chave é o equilíbrio entre viver consciente e viver crente! Por que na hora do arremate, às vezes, o excesso de autoconfiança faz a chuteira escorregar.

É um tal de valorize,preserve, economize.. e o tempo vai passando. E eu me encontro tão vidrado nos meus objetivos, que eu mal tenho notado os pelos do rosto crescerem. Por um curto espaço de tempo eu parei pra pensar em quais tipos de reviravoltas uma maluca aí, poderia ter passado. E o pior é que, o conhecido da maluca acima, talvez nem seja mais do jeito que era. O altruísta pacifico, agora esta mais pra egoísta arrogante e insano.  Mas o que mudou não foi o rearranjo genético, foi o meio.

O fator “casa” jogando contra o time da casa. Sou engraçado isso, mas é mais ou menos por ai. Meio que consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade.  E só quem não teve seus dias de insanidade é que se escandaliza com a loucura alheia.  O que me leva a pensar que, talvez Hitler não fosse mau. Foi apenas um louco, mau foi o povo que aclamou sua insanidade.E o que eu concluo com tudo isso? Talvez a maior insanidade de um “louco” é se deixar levar pela razão do seu raciocínio.


E o que eu posso tirar da minha conclusão? Simples! O comum enoja, o bizarro excita, as críticas fortificam, a quietude enquieta-me e a insanidade me faz pensar tudo isso.