domingo, 24 de fevereiro de 2013

A síndrome do design “inteligente”


Às vezes me pego pensante sobre o quanto de barreiras psicológicas que nos, os intelectos da terra, cultivamos. Imaginar a complexidade cerebral restrita em muita das vezes aos medos, costumes, regras dentre outros. É quase como se você tivesse o carro mais rápido do mundo e só andasse a 20 km/h por que tem medo de acelerar. Por não saber o potencial que tem em mãos.

Se olhar pra um desses celulares mais possantes, logo veremos que é difícil de imaginar a complexidade com que o aparelho funciona. Mas comparado ao cérebro humano ele não passa de sucata. Afinal foi o cérebro que o criou! Dessa forma é de se espantar com tamanha capacidade e complexidade de um cérebro humano em criar tal engenhosidade eletrônica.

Por outro lado algumas dessas brilhantes capacidades de raciocínio de um cérebro são simplesmente enjauladas por algum tipo de barreira psíquica. Que te impede de averiguar uma verdade ou uma simples curiosidade. Como por que o céu é azul e não vermelho?

Mas estes argumentos são muitos supérfluos por hora. Por que por mais que eu tente explicar, existem vários tipos e varias formas de barreiras psíquicas nos cérebros alheios. Que a meu ver, é fruto de um design que cada um carrega dentro de se. E justamente esse formato de design que vai filtrando e modulando a capacidade de raciocínio do cérebro de um individuo. Dessa forma atrofiando ideias e hipertrofiando regras.

O que posso te dizer é que: Design é papel, não desenho!

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