quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A síndrome de " Everybody Dies! "


Não acreditamos na morte ate você ser surpreendido por ela. Ou melhor, nos acreditamos só a ignoramos. E basta um acontecimento inoportuno para te fazer lembrar que podemos morrer a qual quer hora. É como dizem, pra morrer basta esta vivo. E se pensarmos bem, a única coisa que devemos a Deus é uma morte.

É meio estranho ter como um o ultimo post do ano, um texto sobre morte. Mas pelo fato de acharmos que esta pode ser a ultima coisa a nos ocorrer e outros motivos ao acaso, refletir sobre a morte pode ser interessante. Afinal, todo mundo morre!

O fato de você morrer não muda nada. Viver muda tudo! Alguns fatores me levaram a questionar sobre o rompimento de uma vida em pleno auge da juventude, onde você não imagina e nem suspeita de nada. Apenas luta e corre atrás dos seus objetivos, desejos e sonhos. E um belo dia, Deus vem cobrar a fatura.

A morte em se não é o grande problema na minha forma de enxergar as coisas. O grande vazio é você deixar a vida sem saber os resultados de suas batalhas, sem saber o que você poderia ter conquistado, sem saber o que teria se tornado no final de tudo. Penso que a grande frustração de uma morte precoce e inesperada, é de não poder ter tido a oportunidade de ter chegado ate a velhice, olhado pra traz e ter dito “se pudesse faria tudo de novo”.

Então preste bem atenção no que eu vou te dizer, Todo mundo morre! E a morte não escolhe dia nem lugar, idade ou tamanho, ela vai pegar você. Portanto deixa o orgulho de lado e de abraço nas pessoas que goste. Diga que a ame e compartilhe de seus afetos. Mesmo que esteja passando um momento conturbado onde a raiva toma conta, livre-se do que te prenda e vá viver as oportunidades que você pode ainda ter. Pois afinal, ninguém sabe o tempo que temos para passar com pessoas que determinamos mais importantes pra nós! 

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