domingo, 15 de abril de 2012

Na Biblioteca


Nem todo ponto é redondo, mas todo ponto é um final. Mesmo que se espere por mais um paragrafo ou capitulo, talvez uma nova saga. Mas é ponto final. É o fim da historia, do livro. E junto com o final do livro, sempre pensamos inúmeros finais, menos o que o autor escreveu.
Estava relendo alguns capítulos, pulando uns e com receio de ler outros. Ate que me perguntei por que hesitava em reler aqueles parágrafos, porque hesitei escutar certas canções. São só livros,  são só historias. Milhões de historias transformadas em livros de ficção, nada baseados em fatos reais, só irreais e fantasiosos, de um mundo que poderia existir, mas não existe. 

 Fechei o livro, reli o titulo novamente e devolvi à bibliotecária. Ela me perguntou se gostei do livro, e respondi: Mulheres são como livros que precisam ser abertos, lidos e relidos, foleados e admirados, talvez compreendidos. Mas nunca queimados, apenas devolvido à biblioteca. 

Afinal, Todo começo nasce do fim de outro começo!

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