quinta-feira, 19 de abril de 2012

Brincando com a cobaia


Há impressão que tenho é que estive em um transe hipnótico, onde eu andava por ai procurando pelo esquecimento. Procurava por um rosto no qual nem reconhecia mais, era como procurar por alguém que você nunca viu.

Ate que cansei, cansei de força a visão pra poder enxergar um pouco mais longe, cansei de lembrar toda vez que sentia um perfume parecido, cansei de ser eu. Tentar responder as perguntas que me surgia num ia adiantar em nada, hipóteses são hipóteses, elas só passam a ter suporte empírico quando são testadas. Então simplesmente afundei minha cara no álcool e esqueci o mundo.

Botei ordem na bagunça, guardei alguns livros devolvi outros e segui por ai. Só não imaginei que o esquecimento ia me achar assim tão repentinamente, totalmente inesperado. Estive face a face com o que procurava, mas não consegui dizer nada. Meus músculos travaram, fiquei sem palavras.

Eu tinha conseguido controlar o impacto causado pelos transposons. E agora eles começaram a se movimentar novamente, reações nocauteadas deram um pequeno sinal de vida, e a pergunta que fico é, por quê? Não sei o que fez o trasposon se movimentar, mas só quero entender.

Deixa-me adivinhar, certa hora alguma coisa te fez resgatar lembranças, momentos. E com isso bateu um sensação de distancia, nascendo assim perguntas do tipo “por que”.  Você se sentiu confusa, criou varias teorias em madrugadas tortuosas e resolveu fazer o teste, se sentiu idiota, mas esteve cara a cara com a interrogação. Eu tenho uma forte base empírica, e agora te pergunto, o que aconteceu com aquela cabeça confusa? Quem é a verdade?

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