sábado, 31 de março de 2012

Texto com textos

 Antigamente era assim, andava “sem rumo” procurando pelo improcuravel. Não me importava muito com “opiniões alheia” seguia expressando pouco ou quase nada, apenas observando como esse mundo girava e seguindo minhas próprias crenças.  

Talvez eu buscasse pelo verdadeiro “sossego”, mas eu não sábia o que podia chamar de sossego naquela época. Na tentativa de “understand” algumas coisas, optei por um hobby diferente de min. Embarcado entre “uma lenda e uma coincidência” muitas coisas aconteceram.

“Vontades sóbrias” surgiram em meio a “instinto, sentimento, crenças”. Altas madrugadas passaram e em uma delas o “momento coringa” surgiu. Como num jogo de cartas onde um aguarda o sinal do outro para abaixar as cartas e deixar a mesa.
Dizem que em algum lugar estava “renovando esperanças” e enquanto a min enxergava em “escala de cores” esperando “presentes de natal”.  Mas tudo que tinha eram apenas “previsões e predições”.

Gostei bastante de “cerejas para o natal”, mas eu estava tão cego que tinha me esquecido que “é tudo programado”. Estava perdido “entre palavras e elétrons” que me esquece das “palavras de Sammy”.

“Mudanças pelo caminho” estão sempre acontecendo. Hoje “coming home” percebi que estava “sem visibilidade” e que o “genoma e comportamento” alteram fatores. Um “novo ciclo” pretende começar, eu só queria intender “aquela porta” já que a “flor de Aizen” murchou. Eu poderia perguntar se “saberia a resposta”, mas eu não sei “what truth”.

Engraçado aquela “saudade”! Mas essa eu deixo para as “considerações do autor”. Se havia ou não “guerra de egos” já não importa mais. Estou curioso pra saber como isso tudo vai estar “daqui a sete anos”.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Genoma e comportamento


O gene é o causador de varias características expressadas por um individuo.  É ele quem decide o que você vai vim a desenvolver durante o crescimento. E olhando para esse mar de protótipos perambulando pelas ruas, vemos uma enorme variabilidade de caracteres. 

Tudo isso é possível graças aos transposons que formam cerca de 13% do genoma humano. Eles são simplesmente genes moveis que ficam trocando de lugar dentro do nosso genoma, e como consequência, temos o silenciamento de certos genes ou ativação de genes que se encontravam adormecidos. Isso explica o comportamento de tantos seres que vemos por ai.

O nocaute de um gene pode vir a desencadear uma paralização e a partir dai você perde a expressão daquele gene. A célula morre. Talvez nas pessoas isso possa ser algo parecido como “há cansei, não quero mais”, e dessa forma alguma coisa foi nocauteada, silenciada, foi morta.

E por outro lado, a ativação de um gene que se encontrava adormecido, desencadeia uma expressão nova uma característica nova. Podendo ser muito produtiva ou maléfica. Ou seja, nasce um novo comportamento e a célula expressa uma nova atividade. Em Pessoas, talvez isso possa explicar os novos comportamentos de alguns indivíduos, Talvez possa ser o renascimento de alguma coisa que se encontrava morta, silenciada, nocauteada.

Chega a ser engraçado tudo isso. Porque eu fui mais uma vitima da ação dos trasposons. Uma parte do meu genoma foi ativada, desencadeou muitas ações diferentes das quais eu era acostumado a tomar e de repente foi nocauteada. E o pior de tudo é que, quem acordou o gene adormecido me ensinou a lidar com isso na sua presença, mas esse alguém não me ensinou o que fazer quando ele tiver ido embora. Penso que, se essa expressão se encontrava oculta no genoma, talvez fosse pra ter continuado dessa forma. Oculta e inativo.

Acho que tomei uma certa antipatia por transposons, mas infelizmente eu não tenho poder sobre eles, ninguém tem. Afinal nesse exato momento os transposons de qualquer ser vivo, esta brincando com lego no genoma. Construindo grandes arranhásseis e logo em seguida destruindo, deixando apenas tijolos e destroços do que um dia você chamou de gene. 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Instinto, sentimento, Crenças



Da sacada do prédio eu fiquei olhado pro horizonte, observei uma pequena parte desses milhões que habitam este planeta. O vento trazia questões de todos os lados. E em meio a tantas brisas, a que bateu de frente comigo foi, porque sentimentos complicam pessoas enquanto o Instinto ajuda animais? Qual a razão evolutiva de Instintos se tornarem sentimentos?

A diferença entre humanos e animais é o poder de raciocínio e domínio da razão, isso é o que dizem por ai. Instinto é uma resposta automática do corpo perante a certa ocasião, onde a consciência é inativada. Já o sentimento é despertado por algum fator externo. Seja ele amor ou ódio, felicidade ou frustração. A consciência passa a ser bajulada por algum tipo deles. E geralmente quando um toma conta do ser, não há espaço para outro. Afinal não tem como alguém amar e odiar ao mesmo tempo, ninguém esta feliz e frustrada ao mesmo tempo.

Talvez pelo o fato de termos a capacidade de raciocínio os nossos instintos viraram sentimentos.  Talvez o cara lá de cima quisesse que as pessoas tomassem consciência disso, de saber que razão e coração podem andar juntos. Mas não é isso que as pessoas dizem por ai. Na sabedoria popular razão e coração são inimigos mortais. Não existindo se quer compreensão.

 “O amor é o único sentimento egoísta, por que quando acaba ele não aceita amizade”. Quem foi que disse que depois de compartilhar uma boa fase da vida com alguém, você tem que odiá-lo no final? Quem disse que a amizade tem que morrer junto com o que foi construído? São apenas perguntas que ninguém sabe responder, porque ninguém usa sua razão para compreender e saber separar os fatos. Elas estão sempre presas em crenças que foram ditas a elas.

Por isso que entender o comportamento animal é mais fácil que o de pessoas. Pra eles companheiro vai ser sempre companheiro. Não existe essa de “te amo” e depois “te odeio”.  Ainda estamos longe de intender o “animal” chamado pessoa. Se ser uma pessoa é vendar os olhos da razão, eu prefiro continuar sendo o animal que sou. Por que assim minha mante se mantem aberta para construir minhas próprias crenças. 

sábado, 17 de março de 2012

É tudo programado



A simples molécula de Ácido desoxirribonucleico ou DNA é onde contem as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento de todos os seres vivos.  Constituídas por varias ligações químicas, uma molécula de açúcar ligado a um carbono adjacente formando ligações fosfodiester, e as bases nitrogenadas por ligações de hidrogênio. Um pouco difícil de intender assim como as próprias pessoas.
Pare se replicar o DNA se divide em duas fitas moldes, e depois são adicionados primers para que se forme uma nova fita e conseguintemente de origem a um novo seguimento. As ligações de hidrogênio localizadas no interior da molécula são ligações fracas, e por isso, temos a facilidade de se separar e originar novos seguimentos.

Quando duas pessoas se esbarram por ai nesse imenso mecanismo celular, a suas bases nitrogenadas se ligam, através do o sequenciamento TAGC.  Elas permanecem unidas sem nenhuma certeza de quanto tempo aquilo vai durar. O Motivo é bem simples, as ligações de hidrogênio são muito instáveis, se quebram com muita facilidade. Basta surgir uma enzima e tudo se perde num novo molde.

A helicase provocou a abertura da minha dupla hélice de DNA, ela fez a separação das ligações de hidrogênio e separou as fitas. De um lado os primers começaram a agir, esta sendo reconstituído um novo seguimento ali. Mas do meu lado, a fita perdeu muitos nucleotídeos, ela não esta se encaixando em lugar nenhum. Ela foi descartada pela célula. A duvida que surgi é, ate onde eu podia dizer que estava ligado? A minha ingenuidade serviu de substrato para a ação da helicase? Afinal, desde onde e quando começou?

Esta tudo tão claro no código genético que eu chego a odiar a biologia molecular. Ácido desoxirribonucleico. Como o próprio nome já diz, é tudo muito ácido nessa brincadeira, tudo muito corrosivo, tudo muito complicado. A partir do momento em que as pessoas começarem a descondensar seus cromossomos, revelar o verdadeiro substrato das enzimas e deixar as falsas ligações de lado, ai sim, nesse momento poderemos entender um pouco o que cada um de nos procuramos.  O que realmente seremos. Por que afinal, tudo não passa de encaixe.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Coming home


O céu chorava novamente, parece que virou costume ele desaguar sobre nossas cabeças aos finais de tarde. As gotas geladas lavaram a poeira de mais um dia quente. Os rastros se dissolveram no meio da enxurrada.  
Ao chegar em casa minhas pegadas foram apagadas, nem mesmo eu, sabia por onde estive andando.

Eu podia ter entrado rapidamente e ter procurado alguma roupa seca ou um banho quente, mas não. Preferi ficar sentado no jardim tomando aquela chuva que insistia em cair. Olhava para o nada e lembrava de tudo.  A mente ia construindo todos os meus passos caminhados.

Cada pingo d’agua que escorria pelo meu corpo era como uma de minhas células que se soltava de min. Elas iam se encontrando umas com as outras e crescendo, formando veias e artérias. No fim eu já estava perdendo tecidos, órgãos e sistemas.  Eu ia me desfazendo aos poucos. Eu estava deixando de existir, foi à sensação que bateu.

Eu estava sendo apagado de algum HD como se eu fosse um vírus altamente danificam-te. Todas as fontes de informação, conexão ou ligação estava sendo banido com uma nova instalação de um software. Eu resolve entrar e aquecer a pele fria que já não sentia mais.

É tão fria essa casa! Parado na sala eu não sabia pra onde ir. Já havia marcas d’aguas no chão, mas eu não me lembrava de ter entrado. No quarto tudo estava bagunçado, era como se eu já tivesse passado por lá, mas não me lembrava. Foi quando olhei para o computador que me dizia a seguinte frase: “Você tem os olhos em toda parte, e você não tem tempo para se lembrar de como era. É tão frio nessa casa!”.

 Desconheço o significado de lavar a alma, mas uma coisa parece clara, talvez em algum lugar a chuva tenha lavado minha existência.

terça-feira, 13 de março de 2012

Uma lenda, uma coincidaencia


 Parece que no fim das contas eu ainda tenho vagado por boas memorias, tido recaídas, automatismos que não fazem mais sentido. Alguma coisa se perdeu enquanto eu estava fora.  

Tenho andado pelas ruas olhando nos rostos das pessoas procurando o que eu perdi, procurando pela peça perdida. Meus olhos trabalham seu minha consciência, ligados a qualquer simples detalhes que ficaram na guardados na memoria. A adrenalina transborda quando dou de cara com um rosto parecido, com detalhes parecidos, mas no fim tudo não passa de mais uma peça pregada por minha mente. O sague mancha a blusa de novo.

Reza a lenda que o corte causado por uma katana cega nunca para de sangrar, mesmo quando a ferida parece ter se fechado. O motivo é por que, no fundo, o espadachim não tinha a intensão de ferir. Era só um aviso para se afastar. A lenda ainda diz que o sague vai parar de escorrer quando o espadachim guardar sua espada, permitindo seu retorno.

Mas isso não passa de uma velha lenda contada em meados da era meiji. Verdade ou não, eu tenho trocados minhas blusas constantemente. Quando me distraio a mancha surge. Não sei se katanas existem, não sei quanto sangue ainda me resta, não sei se a peça quer ser achada. Eu só sei que não sei voltar pra casa, não sei ignorar, não sei pra onde olhar!

domingo, 11 de março de 2012

O céu a noite


Há muito tempo não reparo na lua. É noite de lua cheia, em meio a tanta escuridão a luz da lua ainda sim consegui iluminar o quintal. Tudo esta quieto, consigo sentir a brisa gelada da madruga em minhas costas enquanto conto as estrelas.  Estrelas...

Olhando pra elas agora é como se elas fossem uma multidão de pessoas no céu. Umas insistem em brilhar mais que outras. Algumas bem coladinhas e algumas solitárias, isoladas. Olhando daqui parece que uma delas não quer nada além de pensar, de ter um tempo só pra ela. Parece que ela carregaria a constelação nas costas em troca de segurança das outras estrelas. Buscando forças com a lua para ajudar a seguir enfrente.

Muito comum em pessoas também. Tem vezes que elas somem buscando por um tempo pra si mesmo, questionando duvidas cruéis em suas mentes, ganhando forças pra combater seus medos. Pra fazer a escolha certa, algumas preferem carregar todo o fardo sozinha poupando pessoas proximas. Somente as pessoas puras são assim.

Quando a situação se encontra de cabeça pra baixo, onde tudo joga contra você, o desespero e o medo tomam conta. Pra quem está de fora é muito fácil falar, por que não temos conhecimento de como é sentir na pele de verdade. É por isso que o toque, um abraço, um beijo fale mais que meras palavras jogadas ao ouvido. A sensação de se sentir querido e protegido é o que importa.

Não sou um astro luminoso nem um amante da lua, apenas mais um sonhador.  Espero que essa luz que toca este mesmo chão que estou sentado agora possa te iluminar também.  Quando uma estrela se encontra sozinha há muito tempo as outras começam a procurar por ela, por que é isso que amigos fazem. Eles não te esquecem!

quarta-feira, 7 de março de 2012

A Flor de Aizem


Certo dia, Mae e filho passeavam juntos pelas ruas da cidade. De mãos dadas, brincado e sorrindo eles andavam pela calçada. A criança devia ter uns cinco anos de idade a mãe também era jovem.  A criança era bem curiosa sobre o mundo ao seu redor, a mãe tentava responder as simples perguntas de curiosidade.

A mãe resolveu comprar flores para sua casa. Enquanto ela conversava com a vendedora, Aizen ficou parado observando as flores que havia por ali. Ele permaneceu quieto sem expressar nada ate sua mãe o chamar para ir embora. No carro, a mãe percebeu que Aizen este muito quieto e perguntou o que ele tinha. 
O pequeno Aizen perdido em tanta curiosidade, perguntou a mãe porque as flores murcham. A mãe inocentemente respondeu que era porque elas ficavam tristes quando se separavam de amigos.

Apesar de ser apenas uma criança, aquela resposta não acalmava Aizen. Por Alguns dias ele cuidou de duas flores que a mãe havia comprado. Aizen decidiu cuidar delas em vasos separados, mas pertos uma da outra. Ele as observava todos os dias, cuidava delas como se fossem irmãos aos quais nunca teve.

Quando seus novos vizinhos chegaram, Aizem notou que havia uma nova maninha de mesma idade morando na casa em frente. Ela tinha uma postura fechada, não falava muito e todas as vezes que os dois se esbarram com as caras na rua, ela sempre ficava olhando pro chão. Aizem um dia resolveu pergunta-la porque ela olhava pro chão. E Dolores respondeu que tinha medo da nova vizinhança e que se separou de sua antiga vizinha. Então Aizen correu ate em casa, e pegou uma das flores de que cuidava e deu a Dolores. Disse que era pra ajudar a se sentir melhor.

E durante tempos ela cuidou da flor de Aizem. Tornaram-se grandes amigos e brincavam juntos aos fins de tarde. Uma vez enquanto corria, Aizem caiu e se machucou, um pequeno ralado em seu joelho se formou. Chegou em casa chorando, e a mãe o socorreu. Enquanto a mãe cuidava do ferimento, Aizen cheio de caretas de dor, perguntou por que os ralados doíam tanto. E a mãe respondeu que era pra nunca se esquecer de bons momentos mesmo que doessem.


Um dia pela manha, Aizem notou que sua flor havia murchado, saio correndo ate a casa de Dolores e  chamou ate se cansar. Mas ninguém atendeu. Então ele voltou pra casa cabisbaixo, com uma carinha triste. A mãe já sabendo que Dolores havia se mudado, perguntou o que estava incomodando. Ele disse que foi ate a casa de Dolores e não tinha ninguém lá. Então sua mãe lhe contou que Dolores havia se mudado e que não queria ter contado pra ele. Aizem permaneu imóvel por alguns segundos, contendo as lagrimas ele foi ate a flor murcha que estava no quarto.  Ficou lá por horas. Ate que procurou por sua mãe e apontado para seu peito perguntou: - Mamãe, esta doendo, dói muito. Mas eu não vejo nenhum ralado, não vejo nenhum sangue. Por que dói tanto? A mãe quase sem palavras manteve a mesma resposta. Dizendo que era pra nunca se esquecer de bons momentos mesmo que eles doessem. E novamente Aizem perguntou por que as flores murchavam, e mãe tornou a dar-lhe a mesma resposta, dizendo que era por que elas se separam de amigos.


A moral da historia de Aizen é que não tem moral! Temos que conviver com simples fatos de que pessoas entram e saem de nossas vidas a todo o momento a qualquer hora. E mesmo que não queremos, os tempos mudam e aqueles que mudam com ele sobrevivem!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Considerações do autor



Sabe, era pra min sentir frustrado, desorientado e sem rumo.  Era pra ter ficado com sensação de não entender nada. Mas não! É o contrario que tomo conta. Eu entendo, eu percebo, eu prevejo.

Eu sabia desde o começo que sua passagem seria rápida. Você cruzou meu caminho tirou meus óculos para me fazer ver como é ser um míope de verdade. Depois os colocou de volta e seguiu seu caminho. E quando esfreguei meus olhos você se foi. Ate as pegadas você apagou para que eu não às seguisse.  Tomara que nossos caminhos sejam uma parábola e não retas paralelas.

Você reavalia sua vida quando você comete erros. Você não cometeu, eu não cometi. Só fui esfaqueado! A ferida foi profunda, a lâmina esta obstruindo a artéria principal, impedindo que o sangue escorra.  Ela vai se curar, porem como em todo ser diabético, ela vai demorar a cicatrizar. Mas sem nenhum remorso!

Não sei se você esta lendo essa “bobagem”, mas se tiver, você deve estar se sentindo um pouco mal ou não. Mas eu quero que saiba que eu entendi sua escolha. Foi difícil compreender, foi difícil aceitar, mas o que posso fazer afinal sou apenas uma criança ingênua brincado de viver. Só queria ter tido a chance de ter espantado o seu bicho papão. Não guardo magoas, apenas boas lembranças. Fico feliz por você ter cruzado meu caminho e descontente por não ter tido tempo de agradecer.

Se algum dia bater aquela vontade de me ver, você vai saber me encontrar!

domingo, 4 de março de 2012

Previsões e predições


Conhecer de perto a previsão é saber conviver com a predição. Quando ambas caminham juntas você se perdi na noção do que esta pra acontecer ou se realmente vai acontecer. Implica em uma alta carga de responsabilidade em colocar as peças no tabuleiro corretamente.

Tudo que se torna previsível de mais acaba sendo usado em estratégias preditas mais a frente. Deixando o jogo calmo, porem entediante. Quando as predições não se encaixam, acaba deixando as peças agitadas, desconfiadas. Com isso a previsão chega tarde de mais, por que não se encontra mais as peças no jogo.  É você falhou!

Toda falha causa um baque interno, abala tudo por dentro. Mas ele te mostra outra forma de jogar. Começo analisando todos os arremessos do dado, jogadas displicentes, regras do jogo. E tudo isso se transforma em novas previsões para as próximas partidas.

Falhas devem ser vistas como ponto de partida para um melhor compreendimento deste jogo chamado “viver”. Onde o próprio tabuleiro vai te mostrar os pontos cegos e os obstáculos a serem vencidos. Novas peças surgiram, e com elas novas predições e previsões sobre elas. E tudo que tem a fazer é jogar com a experiência de partidas anteriores. Mas desta fez você vai prever as falhas no tempo certo e vai saber posicionar as peças corretamente.

sábado, 3 de março de 2012

Hate


Eu odeio... Odeio gritos, odeio silencio, odeio comer, odeio ficar sem comer, odeio ver, odeio não ver, odeio a bagunça, odeio chorar, odeio o claro, odeio o escuro, odeio o sol, odeio a chuva, odeio o passado, odeio presente, odeio o futuro, odeio!

Odeio pensar, odeio não pensar, odeio sentir, odeio não sentir, odeio ligar, odeio não ligar, odeio ser novo de mais, odeio ser velho de mais, odeio meus genes, odeio ser inútil, odeio ser preguiçoso, odeio habilidades inúteis, odeio minha mente, odeio ser igual, odeio pensar igual, odeio agir igual, odeio ser limitado. Odeio quem eu fui, odeio quem eu sou, odeio quem eu vou ser. Só odeio!

Odeio prever, odeio não prever, odeio a realidade, odeio ilusões, odeio analisar, odeio ligar os pontos, odeio preocupar, odeio escrever, odeio não escrever, odeio sonhos, odeio perder tempo, odeio correr atrás de tempo, odeio esperar, odeio cansaço, odeio ser deletado, odeio a ausência, odeio a doença, odeio o remédio, odeio a distancia, odeio as lembranças, odeio a saudade. Odeio odiar!

quinta-feira, 1 de março de 2012

what truth?



Acho que tenho tomado gosto pela 
solidão do escuro enquanto vago por teses sem nenhum nexo. E quando estou completamente tomado pela raiva que cerca esse nosso mundo de mentiras, uma simples foto muda tudo.


Chego à conclusão que não se pode ficar olhando de mais para o abismo, por que ele também esta te olhando. E não se sabe o que se encontra no curto espaço de tempo de queda livre.

Nascendo assim perguntas do tipo, Qual seu proposito? Qual sua posição neste mundo? 
Para onde você deve ir? Onde você pode encontrar a paz interior? Uma coisa fica bem clara nisso tudo, estamos presos numa falsa existência.

Alguns tubarões são ovovivíparos, o que significa que os ovos eclodem dentro do corpo da fêmea, e então eles nascem. Porém, com algumas espécies, o numero de ovos que eclodem não é compatível com o numero de nascidos. Sabe por quê? Canibalismo! No momento em que eles nascem, a matança começa. Além de si próprios tudo não passam de comida.

Porém não somos peixes, somos humanos... Só se percebe a verdadeira natureza no momento da morte. Restando uma escolha, abrir bem os olhos. Afinal, este mundo é mesmo cheio de mentiras!